Como não ser um blogueiro (1)

Bem, estabelecemos até então, com muito entusiasmo, a ausência de estabilidade quanto as postagens deste blog. De fato, minha gestação não tardou tanto, que me fosse gerida quietude. Mas, aproximadamente milhares de pessoas já puderam perceber que quaisquer eventos que transpassam nossa vida, nos elevam a novas reinterpretações sobre o que fazemos da espera da morte!

Um destes foi a apresentação por um amigo, de um blog com um convidativo trocadilho (bloguessinger) que meus pais fizeram questão em suprimir tal esmo de criatividade. Bem, alguém com responsabilidades e agendas com muito mais linhas do que as minhas, ainda consegue ser genial quando segundas viram terças, eu, tambem com menos linhas na vida e na inteligência, talvez possa pender ao menos na pontualidade. Então, essa ponta de admiração/inveja que senti ao ler suas publicações me categorizaram um aprendiz de blogueiro.

Ficamos combinados que, conhecendo as limitações da inquietude de escritor que me  definem, fico a escrevê-los pelo menos semanalmente! Quando? Quando a lua estiver com aquele cheiro de transpiração. Calma, coisa de poeta!

Obrigado a Humberto por tentar ser melhor escritor do que eu! Obrigado a Internet pela Arrogância!

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